| "Os santos são aqueles que têm vida
santa e exemplar. Mohana ajudou muita gente a caminhar para a santidade,
como o aconselhador, o evangelizador humano e bom, com uma vida que é
um exemplo de santidade, na melhor acepção da palavra. Um
escritor santo e um santo escritor."
José Sarney, ex-presidente da República, Senador
e membro da Academia Brasileira de Letras. |
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| "João Mohana, além de padre
e médico, foi um cientista e um dos melhores escritores brasileiros.
Conhecia bem o homem em sua universalidade. Sabia, com perfeição,
analisar as ações e omissões do homem, revelando as
influências de natureza psicológica e sociológica.
Ninguém deixará de incluir o seu nome entre os escritores
de um estilo límpido, objetivo, agradável. É justo
figurar na história da literatura brasileira."
José Carlos Sousa Silva, advogado, jornalista e professor
universitário. |
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| "De Mohana, pode-se dizer que
viveu exclusivamente para prestar serviços a Deus, na sua missão
de levar ensinamentos religiosos aos humanos, iluminando-lhes os caminhos,
apontando-lhes a direção certa. Não era um pregoeiro
da fé, como tantos hoje em dia. Era um pregador, no verdadeiro sentido
da palavra, porque tinha a consciência viva de quem sabia exercer
o sacerdócio, em sua completa dignidade cristã."
José Chagas, escritor e membro da Academia Maranhense
de Letras. |
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| "Pe. João Mohana foi o
maior pregador que conhecemos. Profundos ensinamentos marcaram a formação
da nossa família, tanto na relação conjugal, quanto
na educação de nossos filhos. Fortaleceram-se em nós
os sentimentos de união e mútua valorização.
Crescemos para a vida."
Moacir Col Debella (Mestre em Psicologia) e |
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| "De nosso saudoso João Mohana
podemos dizer que ficou fiel, ao longo de toda a vida, aos três
caminhos que Deus lhe proporcionou: o da sua Fé, o das suas Letras
e o da terra onde nasceu. E dessa três identidades não se
limitou à fidelidade silenciosa: soube ser o sacerdote perfeito,
o escritor completo e o maranhense exemplar. Quem teve o privilégio
de seu convívio guardou dele uma bela lição de vida
coerente. Sem um deslize. Sem um desvio de rota. E como, a cada passo,
ia deixando em livros as marcas de seu percurso, podemos dizer, para nos
consolarmos a nós mesmos, que ele, mesmo ausente, está presente."
Josué Montello, escritor, membro da Academia Brasileira
de Letras. |
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| "João Mohana foi, antes de tudo, um
sacerdote engajado na catequese popular, que perfeitamente realizou via
livros, cassetes, filmes, vídeos, jornais, etc. Honrado cidadão
e filho exemplar."
Ramiro Azevedo, professor universitário. |
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| "Conheci João Mohana em 1950. Nessa
época ele reunia jovens em torno de um movimento de leigos, a Ação
Católica - e queria que eu dirigisse o núcleo de teatro,
desse programa. Montamos A Comédia do Coração,
de Paula Gonçalves. Ele era também um dos grandes incentivadores
do Clube de Mães, onde passei uma temporada dirigindo e encenando
peças. Com ele andei pelo Movimento de Cursilho da Cristandade."
Ubiratan Teixeira, escritor e membro da Academia Maranhense de
Letras. |
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| "O padre João Mohana que
conheci há mais de trinta anos era um homem tranqüilo, voz
pausada, gestos delicados e generosamente atencioso com os problemas alheios.
Ouvia a quantos o procuravam. Possuía uma paciência franciscana
e aconselhava-os com a experiência dos que se acham na imensa legião
dos sábios e a um passo da galeria dos santos. Admirava-o pelo humanista
que era, pelo romancista que sabia enaltecer os temas explorados e pelo
homem dedicado a pesquisa e ao estudo, daí o reconhecimento de suas
virtudes culturais em todo o país."
Sebastião Jorge, advogado e jornalista. |
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| "Pe. João Mohana foi médico,
escritor, psicólogo e sacerdote. Para ele, a vocação
fundamental foi a de padre. Por isso, nos últimos anos de sua vida,
seu trabalho mais gratificante foi colaborar na formação
dos novos sacerdotes no Seminário Interdiocesano Santo Antônio
e no Centro Teológico do Maranhão".
D. Paulo Ponte, arcebispo do Maranhão. |
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| "João Mohana: amigo, mestre das coisas
de Deus, com a vida e a palavra fez os homens conhecerem as maravilhas
do amor do Pai. Discernimento de Deus personificado, Mohana realizou
o plano de Deus acerca de si na doação aos irmãos.
O Maranhão e o Brasil agradecem a Deus pela vida de João
Mohana entre nós".
José Américo Abreu Costa, magistrado e ex-integrante
da JUAC. |
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| "João Mohana consagrou sua vida às
duas vocações que nele eram fundamentais: a literária
e a religiosa. Ponho-as nessa ordem, para seguir o preceito evangélico
segundo o qual os últimos serão os primeiros. Porque Mohana,
escritor de grandes recursos, pôs sua admirável capacidade
de expressar-se literariamente a serviço de seu sacerdócio
propriamente dito. Foi, assim, não um padre-escritor, mas um escritor-padre,
porque sua pena era um instrumento catequético, um modo de falar
às almas e conquistá-las para Cristo."
Jomar Moraes, escritor e presidente da Academia Maranhense de
Letras. |
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| "O escritor e sacerdote João Mohana
dedicou-se inteiramente ao ministério da palavra escrita e falada,
escrevendo e falando sobre a importância de Deus para a completa
realização das necessidades materiais e espirituais dos homens.
É uma das mais importantes personalidades brasileiras do século
XX." Arlete Nogueira da Cruz Machado, escritora. |
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| "Foi na família que João
Mohana fez incidir seu direcionamento crítico mais fecundo,
suas análises mais extremadas e coesas de médico a quem o
sacerdócio concedeu a abertura necessária para expandir analiticamente
a completude biológica do sexo como benção de Cristo". Nauro Machado, escritor. |
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| "Graduado em Medicina e Psicologia, clinicou na
capital maranhense alguns anos. Atendeu ao apelo da vocação
sacerdotal e ingressou no Seminário de Viamão (RS), pelo
qual se ordenou padre.
Escritor, foi bem sucedido nos gêneros romance, teatro, ensaio e pesquisa. Autor de texto leve e inteligível, teve seus livros traduzidos para o espanhol, italiano e alemão. Sua bibliografia inclui mais de 40 títulos. Foi conferencista, principalmente de temas destinados a casais que se preparavam para o matrimônio". Pergentino Holanda, jornalista e colunista social. |
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| "Não posso deixar de repetir muitas vezes o que já
tenho dito sobre João Mohana, com toda a naturalidade que
merece. Como ex-profissional da Medicina no atendimento à criança,
realizou seu espírito de bondade e sabedoria, qualidades marcantes
em sua personalidade.
João Mohana - Adolescente, sonhador; João Mohana - Médico, cientista inteligente de visão cristalina; João Mohana - Sacerdote, palavra fácil de profunda espiritualidade vocacional inspirada por Deus; João Mohana - Imortal, suas obras, seu nome, sua vida que não passou, está aí trepidante e vivida por todos que tiveram a dádiva de conhecê-lo; João Mohana - vive, vivo entre nós!..." Odorico Carmelito Amaral de Mattos, médico, escritor e
membro da Academia Maranhense de Letras. |
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